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BRASIL, Sudeste, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, Italian, Esportes, Cinema e vídeo, Quadrinhos
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Questions.
Novas: 1 - Assinale a alternativa errada: a) Na temporada 2003/04, o Deportivo La Coruña eliminou o Milan da UEFA Champions League. O destaque no confronto foi o atacante uruguaio Walter Pandiani, o 'rifle'. b) O duo Careca/Maradona é considerado a melhor dupla de ataque da história do Calcio. c) A equipe do Blooming surpreendeu ao escalar um garoto de 14 anos para enfrentar o Santos pela pré-Libertadores deste ano. d) Caso conquiste de forma invicta o Campeonato Italiano desta temporada, a Internazionale será a terceira equipe italiana a realizar esta proeza. As outras foram Torino e Milan. 2 - Os jogadores estrangeiros citados abaixo, atuaram em equipes brasileiras, exceto: a) Paulo Futre (POR) / Portuguesa b) Leonardo Astrada (ARG) / Grêmio c) Marco Osio (ITA) / Palmeiras d) Coby Jones (EUA) / Vasco Anteriores: 1 - Resposta errada: b) Fabregas foi jogador das categorias de base do Barcelona.
 Fabregas: Jovem e promissor! 2 - d) Pirlo nunca atuou pela Juventus.
Escrito por Michel Costa às 16h06
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Uma nova 'Era Dunga'.
Esgotadas todas as piadas sobre a camisa que Dunga usou durante o amistoso contra Portugal, decidi comentar um pouco sobre o futebol praticado por seus comandados. Este realmente desagradou. E mais do que o esquema tático que, não por acaso, foi duas vezes alterado durante a partida, o que mais me chamou a atenção foi a acentuada queda da qualidade entre os convocados. Assunto este, já tratado anteriormente - http://arquivoarquivoa4l.zip.net/arch2006-11-26_2006-12-02.html - neste blog. Com as ausências de Ronaldinho e Robinho, Dunga simplesmente não teve alternativa a não ser escalar Rafael Sóbis pela faixa esquerda do campo. Para quem não sabe, Sóbis joga pela direita no Betis, além de não ser o atacante dos sonhos de uma seleção pentacampeã mundial. O garoto teve a partida a seus pés, ainda no primeiro tempo; se o Brasil marcasse primeiro, provavelmente os rumos da partida seriam outros. Não marcou, e no segundo tempo os lusitanos tomaram conta do jogo. Uma tese surgida após a partida seria a de que Dunga, por inexperiência, teria dificuldade em distribuir taticamente sua equipe em campo. Não concordo. Inclusive, acho este time melhor postado em campo do que o anterior (de Parreira), no qual havia um rombo no meio campo que fazia sobrecarregar a defesa e isolava o ataque. O que ele precisa é de alguns ajustes e umas poucas trocas de nomes. Primeiro, vamos decifrar o esquema de Dunga: A defesa é montada numa tradicional linha de quatro, com os laterais apoiando moderadamente o ataque. Os volantes jogam praticamente em linha, e no caso de Edmilson e Gilberto Silva, a marcação é o ponto forte. À frente deles, surge uma linha com três jogadores. Pela direita, o polivalente Elano é o titular, Kaká tem sido o nome preferido pela faixa central e na esquerda Robinho e Ronaldinho disputam a posição. Na prática, temos um único atacante fixo. Hoje, há um revesamento entre Adriano, Fred e Vágner Love. Numericamente podemos chamar de 4-2-3-1. Aliás, muito parecido com duas equipes familiares ao público brasileiro: O Santos campeão brasileiro de 2002 e a França, nosso algoz na última Copa. Com a diferença básica de terem na armação, bem executada por sinal, Renato e Vieira respectivamente. Explicando. Quando se contrói uma equipe no citado plano, deve haver alguém que arme o jogo. Kaká não o faz, pois é um carregador de bola. Ronaldinho é muito mais um atacante. Elano não tem a qualidade necessária, assim como Gilberto Silva e Edmilson. Uma solução seria escalar um segundo volante que tenha essas características. Quem tiver um candidato sério me avise. A outra seria pedir à FIFA o Deco de volta, para o jogar à frente da dupla de volantes. Pena que isso é impossível.
 Felipão venceu mais uma!
Escrito por Michel Costa às 15h46
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Gangues organizadas.
Por uma infeliz coincidência, ocorreram diversos conflitos envolvendo torcedores nos últimos dias. No Brasil e no mundo. O caso mais grave (pelo que tenho conhecimento) ocorreu na Itália com a morte do policial Filippo Raciti, num confronto com torcedores do Catania. O grande problema é que praticamente todos os casos envolvem as famosas torcidas 'organizadas', entre aspas mesmo. Esses torcedores se reúne sob o pretexto de incentivar sua equipe com cânticos, bandeiras e outros acessórios, só que na prática eles acabam extrapolando seus limites. São comuns notícias de brigas entre torcidas de clubes rivais e até mesmo conflito entre torcidas de um mesmo time, conflitos com a polícia e com pessoas comuns que deram azar de estarem trajando camisas 'inimigas', brigas marcadas via internet, perseguição a jogadores, além de tentativas de ingerência na política da agremiação de sua preferência . Existem também, histórias de pagamento de subsídios para viagens, lanches, camisas e ingressos. Caso o dirigente se recusar a pagar, ameaças são as habituais armas de intimidação. Até Romário teve problemas desta ordem no Vasco. E não são raros assistirmos jogador fazendo média com essas facções, provavelmente receosos com o que pode lhes acontecer. Um aspecto psicológico e até certo ponto curioso é o funcionamento da mente de um participante dessas torcidas. Aparentemente é alguém que precisa extravasar algum trauma, alguma frustração e ao mesmo tempo necessita estar junto de outros para se sentir mais forte ou protegido, o que não deixa de ser um covardia. Se hoje mulheres e crianças são cada vez mais raros num estádio de futebol, não é por acaso A diminuição do público masculino também é um reflexo da violência nos estádios. Afinal, não deixa de ser arriscado sair de casa sozinho e se dirigir a um jogo estando uniformizado, já que existe uma possibilidade razoável de não conseguir voltar para casa. Se colocarmos numa balança, veremos que os problemas gerados por esses grupos são muito maiores do que os benefícios proporcionados aos clubes e a sociedade; e visto comprovadamente a impossibiliade de um comportamento racional por parte dessas verdadeiras gangues, penso que cabe ao Estado cadastrá-las, controlá-las e se preciso for extingui-las.
 Esta deveria ser a única função de uma torcida organizada.
Escrito por Michel Costa às 15h43
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Questions
Novas: 1 - Todas as alternativas abaixo estão corretas, exceto: a) Ao ser contratado pela Internazionale, Ronaldo acabou utilizando primeiramente, a camisa 10, já que a 9 pertencia a Zamorano. b) A atual diretoria do Real Madrid lamenta ter gasto 20 milhões de euros na contratação do volante Fernando Gago, já que Fabregas, hoje no Arsenal, jogava nas categorias de base do clube merengue. c) Diz a lenda, que durante a 2ª Guerra Mundial, o time do Dínamo de Kiev foi fuzilado a mando de Hitler. Tudo porque se recusaram a entregar uma partida que disputaram contra a equipe de futebol formada por soldados nazistas. d) O América do México pertence à Televisa, que é a "Rede Globo" mexicana. 2 - Todos os jogadores abaixo atuaram pelos gigantes italianos Juventus, Milan e Inter; exceto: a) Vieira b) Davids c) Baggio d) Pirlo Anteriores 1 - Alternativa incorreta: d) Nedved não atuou naquela final (UCL 02/03). Estava suspenso por acúmulo de cartões amarelos. A sua ausência foi muito sentida pela Juve, que acabou derrotada nos pênaltis. 2) Alternativa incorreta: b) O goleiro Massimo Taibi nunca jogou pelo Barcelona.
 Nedved: o motor da Juve!
Escrito por Michel Costa às 11h41
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Ainda um Fenômeno?
O retorno de Ronaldo à Itália vem gerando expectativas até acima do esperado. É impressionante a força que tem o passado deste atleta. Costumo dizer que - por não ter visto muito de Zico e Maradona - Ronaldo é o melhor jogador que vi atuar. Em 96/97 e 97/98 ele foi um autêntico Pelé. Dois exemplos do que significou o astro no período, podem ser extraídos de dois depoimentos da época: "Eu sou apenas um jogador de futebol, Ronaldo é uma estrela de outra galáxia". Do romeno Popescu, que assim como o brasileiro, também defendia o Barcelona. "Como vai ser o jogo? Depende de Ronaldo. Se ele estiver bem, não teremos chance." Palavras do treinador do Spartak de Moscou, antes da derrota de sua equipe por 2 a 1 para a Internazionale pela Copa da UEFA 97/98 em plena capital russa. Naquele dia, Ronaldo marcou os dois tentos nerazzurri, mesmo com o gramado estando coberto de neve. Após essas duas temporadas estupendas, a decepção na Copa de 98 arranhou bastante a Ronaldomania. E o período que separa esta Copa da seguinte é praticamente um hiato na carreira do craque. Carreira que, para muitos estava prematuramente encerrada. Porém, em 2002 veio a redenção. Quatro anos de infindáveis problemas físicos e de duas complicadas cirurgias em seu joelho direito, Ronaldo foi artilheiro, campeão mundial, além de ser eleito melhor jogador do mundo FIFA pela terceira vez. Ali ocorreu o ápice de sua vida futebolística. Tudo o que vem depois disso é anticlímax. Principalmente na mente daquele jovem de 25 anos. Parece que, para ele, não era mais necessário se esforçar e que por seu passado, deveria haver uma cadeira cativa em seu clube e na Seleção. Só que não é bem assim. O passado ainda que glorioso, no máximo serve para referendar o potencial do jogador. O resto é por sua conta. E quanto maior for este passado, maior será a cobrança por uma alta performance. 2006 foi uma grande lição. É desta maneira que o aguardam no Milan. Esperam que ele seja a solução para um ataque problemático. Para suprir essa expectativa, ele terá que estar bem física e mentalmente. Caso não estiver, o prêmio de pior da temporada já terá um favorito.
 Ronaldo no Milan: A última chance de brilhar.
Escrito por Michel Costa às 10h33
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