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BRASIL, Sudeste, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, Italian, Esportes, Cinema e vídeo, Quadrinhos
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Questions.
Anteriores: 1 - Que artifício Zico utilizou para marcar o gol da vitória brasileira sobre a Inglaterra em Wembley? Detalhe: Foi a primeira vitória de uma seleção sul-americana no mítico estádio. R: O Galinho se aproveitou do vacilo do goleiro inglês, Ray Clemence, que deixou sua toalha pendurada perto do ângulo da meta que defendia. A toalha serviu de 'mira' para o craque brasileiro marcar seu gol. Bons tempos... 2 - De quem foi o golaço eleito o 'Lance do ano' pela ESPN em 1996? E por qual equipe este atleta atuava? (Essa é fácil). R: Ronaldo foi autor do golaço, atuando pelo Barcelona. A vítima foi o Compostela na temporada 96/97. Novas: 1 - Que grande clube europeu, foi comprado pela inacreditável quantia de 1 libra no início da década de 80? 2 - Qual foi a razão do craque brasileiro Roberto Rivelino deixar o futebol da Arábia Saudita? a) Recebeu uma excelente proposta do Fluminense para integrar a Máquina Tricolor dos anos 70; b) Teve problemas com um xeque (xeique) árabe que quis 'comprar' sua esposa; c) Saiu porque resolveu encerrar sua vitoriosa carreira; d) Estava cansado de jogar contra pernas-de-pau.
 O craque atuando pela Seleção.
Escrito por Michel Costa às 13h33
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Minha visão do 'Calciocaos'.
Nesta visita de Arrigo Sacchi ao Brasil como convidado do Footecon, uma frase do italiano se destacou entre tantas: "Quando se gasta muito, perde-se a paciência". Declaração que se encaixa bem ao momento se vive nos bastidores do futebol do país. Só que, além da paciência, às vezes se perde também o caráter. E quando se perde o caráter, qualquer coisa é válida para se alcançar o êxito. Luciano Moggi é o melhor exemplo. Assumiu o clube mais vencedor, o de maior torcida do páis e para garantir o resultado esperado, resolveu trilhar caminhos anti-desportivos. Costurou um esquema de manipulação de resultados junto a membros do Comitê de Arbitragem, aliciou atletas, estabeleceu ligações escusas com agentes e procuradores, ligações com a imprensa e etc. Uma verdadeira organização criminosa, que fez o escândalo do 'Totonero' (anos 80), parecer coisa de amador. Num reflexo direto deste esquema, a Juventus acabou levando os 'scudetti' das temporadas 2004/05 e 2005/06; outras equipes também se beneficiaram dessa bandidagem, de uma forma ou de outra. Na verdade, o esquema nunca foi absolutamente secreto, visto que um espectro podre sempre pairou sobre a gestão Moggi frente ao clube bianconero. Sempre houve desconfiança de algumas coisas, entre elas, é claro, a suposta conduta mafiosa por parte do dirigente. Supostos casos de dopping, arbitragens subornadas, 'jornalistas' comprados, agentes e agenciados (jogadores) inventando situações insustentáveis para mudar de clube; são apenas algumas, das inúmeras acusações que se fazia à agremiação de Turim (leia-se Moggi). Quando tudo veio à tona, a sensação geral não foi de surpresa, nem de indignação. A impressão que eu tive na época, era a de que todos que acompanhavam o Calcio levantariam um cartaz, até amarelado de tão velho, com os dizeres: "Eu já sabia!", tal foi a naturalidade das reações. Parecia que todos tinham conhecimento do fato, que apenas faltavam as provas. Depois, restou às autoridades proferirem as penalizações, que inicialmente, tiveram caráter rigoroso, depois foram abrandadas um pouco, e posteriormente suavizada ao máximo que a bondade humana poderia permitir. Foi quase um perdão. Resultado, o aroma da tradicional pizza local misturou-se ao fétido odor de um imundo mar de lama. Um dos raciocínios da época para o abrandamento, pode ser sintetizado no seguinte pensamento: "Somos campeões do mundo, não podemos estar tão errados!". Acho difícil encontrar uma outra desculpa tão estúpida quanto a sobredita. Por sua vez, alguns apaixonados que hoje lamentam o acontecido, manifestam um ódio curioso às equipes que não foram, ou foram menos afetadas pelo 'Calciopoli'. Revoltam-se e insistem em reunir toda e qualquer informação que os desabone para dizer que seu time do coração fora injustiçado no descenso. A imprensa, que não manisfesta nenhum tipo de pudor para lançar de mão de toda e qualquer notícia vinculada ao caso, acaba municiando essas pessoas, ávidas por qualquer informação que os consolem, ou que de alguma forma, nivele os outros a atual condição juventina. Agora, se o boato confirmou-se ou não, pouco importa, o juízo já está formado. Por fim, a Juventus foi parar na série B, e neste momento, antes do fim do primeiro turno, já ficou evidente o seu retorno à primeira divisão. Acho justo este retorno, um clube não pode ser penalizado a ponto de comprometer sua sobrevivência. Por sua vez, os dirigentes envolvidos deveriam ser presos e banidos do futebol, sem apelação. Algo que sempre digo aos torcedores da 'Vecchia Signora' é que a camisa bianconera estará sempre imune às sujeiras e falcatruas de seus comandantes. É como disse Maradona: "Sei que errei muito na vida e paguei por isso, mas a bola, a bola estará sempre limpa!". É a mesma situação que ocorre com a Juve neste momento, a instituição não foi maculada. São coisas separadas, só que infelizmente, não há como desvincular as punições cabíveis. Este assunto é muito, muito extenso. Vou abordá-lo novamente na semana que vem, para nunca mais falar neste assunto. Espero...
Escrito por Michel Costa às 13h27
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