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BRASIL, Sudeste, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, Italian, Esportes, Cinema e vídeo, Quadrinhos
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Questions.
Anteriores. 1 - Este atacante quando surgiu, recebeu o apelido de Homem-Nuclear, epíteto que foi logo rechaçado pelo próprio, que o considerava de extremo mau gosto. Quem recebeu este apelido e por que razão não gostou? R: O ucraniano Andriy Shevchenko tinha 9 anos quando ocorreu o acidente na usina nuclear de Chernobyl (ex-URSS). Ao surgir para o futebol jogando muito bem pelo Dínamo de Kiev, teve a história descoberta pela mídia que logo apelidou-o de Homem-Nuclear e de Artilheiro-Atômico. O atacante achou uma brincadeira de mau gosto, visto que se tratava de um acidente seríssimo que vitimou 56 pessoas e contaminou mais 4 mil. Depois dessa manifestação pública de descontentamento a alcunha caiu em desuso. 2 - Na final intercontinental entre Vasco e Real Madrid disputada em 1998, o então treinador cruzmaltino Antônio Lopes, cometeu um equívoco tático grave que acabou comprometendo sua equipe principalmente no primeiro tempo. Qual foi esse erro? R: Antônio Lopes sempre destacava o limitado volante Nasa, para marcar o melhor jogador adversário. O alvo escolhido dos merengues foi o meia Seedorf. A estratégia falhou, pois o holandês jogava mais recuado, armando o time. Com isso abriu-se uma avenida da frente da zaga vascaína. Foi uma mostra de desconhecimento da equipe que enfrentaria numa partida tão importante, que acabou com vitória espanhola. Novas: 1 - Pelé, o rei do futebol, utilizava uma inusitada técnica para executar suas perfeitas bicicletas, algo que revelava apenas mais uma faceta de sua genialidade. Que técnica era essa? 2 - Qual craque internacional costumava fumar para aliviar a tensão antes de grandes jogos? Dica: Não era brasileiro!
Escrito por Michel Costa às 12h56
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O time do ano.
Ao final dos anos, ao final das temporadas, sempre acontecem as premiações de melhor jogador da FIFA, da UEFA, da France Football e de outras instituições renomadas. No entanto, não se elege o time da temporada. Ora, se futebol é um esporte coletivo, nada mais injusto do que se premiar individualmente, já que ninguém joga sozinho. Títulos individuais servem mais para a natação, para o tênis, golfe e outros, em que o atleta tem que se virar sozinho. Bom, um argumento que pode ser usado, é que a honra de ser 'o melhor' se dá através dos títulos conquistados no período, sendo desnecessária a entrega de um outro prêmio. Mas, não é bem assim. Nem sempre a melhor equipe vence no futebol - diferente do volei ou do basquete por exemplo - numa competição com partidas eliminatórias, como é a UEFA Champions League, uma jornada ruim pode por tudo a perder, e o melhor time da temporada pode cair ante uma equipe inferior, sem chance de recuperação. Invencible Eleven Um bom exemplo de grande equipe que não venceu tudo o que poderia, é o Arsenal da temporada 2003/04 que ficou conhecido como 'Invencible Eleven'. Era uma verdadeira máquina de jogar futebol, que conseguiu a proeza de conquistar a Premier League de forma invicta. Um timaço comandado pelo capitão Vieira, Pires, Bergkamp e é claro, pelo craque Henry. Os gunners nunca foram tão mortais; partidas que pareciam perdidas eram vencidas, inimigos fortes eram batidos categoricamente e tudo isso não serviu de nada, quando, numa partida atípica, foi derrotado por um Chelsea ainda em construção (leia-se, ainda sem José Mourinho). Naquele ano, a glória ficou com a 'apenas' esforçada equipe do Porto, comandada de forma perfeita por um quase desconhecido Mourinho. Por ironia do destino, eis que o mesmo Arsenal - no fim de um ciclo onde Vieira já havia saído, e Bergkamp e Pires já não eram os mesmos - alcança a final da UCL, contra um poderosíssimo Barcelona e mantém vantagem no marcador durante um bom tempo da partida. Só que daquela vez deu Barça, que era o melhor time, da Europa e do mundo. Fato semelhante ao descrito acima ocorreu com o Chelsea na temporada 2004/05, que era o melhor, mas acabou desclassificado num gol de um mediano Liverpool, onde até agora, não é possível afirmar se a bola entrou ou não.
 O Arsenal campeão invicto: Só faltou a UCL. Os melhores. Inconformado com isso, de uns anos para cá, resolvi eleger por minha conta a melhor equipe da temporada. Sei que essa constatação não tem representatividade nenhuma mas, de certa forma, no meu íntimo, corrijo essa injustiça. Para não ser ainda mais pretensioso, só considerei de 1994 para cá, quando realmente adquiri condições de avaliar o futebol de maneira mais detalhada. Anterior a esta data, tenho conhecimento do Real Madrid de Di Stéfano, do Santos de Pelé, do Flamengo de Zico, do Milan do início dos anos 90 e do São Paulo de Telê, só para citar alguns. Optei pela classificação por temporada. É mais fácil definir os destaques. A seguir, listo as equipes que considero as melhores de 1994 para cá. Vem polêmica por aí... 93/94 - O Milan de Capello já se encontrava no fim de um vitorioso ciclo. Mesmo assim, ainda sobrou gás para demolir o forte Barcelona de Romário, Stoichkov e do treinador holandês Johann Cruyff, na final da Champions League daquele ano. 94/95 - O Ajax é claro. Aquele timaço não ganhou o apelido de 'rolo compressor' de graça. Pena que a Lei Bosman desmanchou uma esquadra que poderia marcar época. 95/96 - A Juventus jogou muito naquela temporada. Depois disso, um jovem Zidane chegaria a tempo de enfrentar o River Plate, na final Intercontinental, se encontrando com seu ídolo, o craque uruguaio Enzo Francescoli. Um grande momento do futebol. 96/97 - Novamente a Juve brilhou. Mesmo que o título da UCL tenha ficado com o Borussia Dortmund de Hitzfeld. Menciono também o grande Barcelona de Ronaldo, que encantou, mas não ganhou. 97/98 - Ressurgia ali, um forte Real Madrid que venceria muito nos anos seguintes. Naquele time estavam Hierro, Roberto Carlos, Redondo, Seedorf, Raul, Mijatovic e Suker. Todos em grande forma. Talvez, eles tenham sido os verdadeiros Galáticos. Azar do Vasco, que os enfrentou em Tóquio. Naquele ano, também falava-se muito na Juventus e no Barça 'holandês'. 98/99 - Nesta temporada, o Manchester United fez barba, cabelo e bigode como se dizia antigamente. O Bayern pode ter sido melhor naquela memorável decisão, só que os Diabos Vermelhos tinham os desfalques de Keane e Scholes e mesmo assim venceram de forma espetacular. 99/00 - Lazio. Para mim, trata-se da melhor equipe do mundo naquela temporada. Provavelmente também, o melhor trabalho de Ericsson. Na UCL, o título ficou com o Real Madrid. Outro grande foi o Boca Juniors, que dominava a América do Sul. 00/01 - O Bayern de Munique. A equipe vice campeã da Champions em 98/99 estava ainda mais sólida. 'Efethebest' e Kahn mereciam esse título mais do que ninguém. Menção honrosa para o Valência 'bivice', sob o comando de Hector Cuper. 01/02 - Novamente o Real Madrid, agora com o maestro Zidane estraçalhando e marcando aquele golaço, na final contra o Leverkusen. Depois, Ronaldo os reforçaria mais ainda, só que a diretoria merengue passou a achar que o marketing vinha antes do futebol... 02/03 - O Boca Juniors. Os argentinos não possuiam nenhum grande destaque individual - talvez um púbere Tevez - porém, alcançaram uma quase perfeição tática. O Santos de Leão (tão exaltado pela nossa imprensa 'oba-oba') foi humilhado na final daquela Libertadores. 03/04 - O Arsenal, como eu havia citado anteriormente. Estava jogando em altíssimo nível, vencendo o campeonato inglês de forma invicta. Só faltou a UCL. E o Milan, campeão italiano com um futebol surpreendentemente ofensivo, brilhou também. 04/05 - O Chelsea. José Mourinho conseguiu, em sua primeira temporada, o que muitos treinadores do mundo inteiro não conseguem numa vida inteira. O Liverpool não devia ter passado pelos 'blues' e ficado com aquela UCL. Mas, terá sido um gol regular? 05/06 - Ronaldinho, Deco, Eto'o e os outros provaram que ainda é possível jogar bonito e vencer. O Barcelona encantou o mundo na temporada passada. 06/07 - Com quem ficará essa honra? Meus favoritos são Chelsea, que se reforçou ainda mais com Ballack e Shevchenko, e o Barça se conseguir recuperar os contundidos. O ótimo Lyon e o renascido Manchester correm por fora.
Escrito por Michel Costa às 12h52
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Questions
Respostas da semana passada: 1 - O islândes do Barcelona Gudjohnsen viveu um momento muito interessante por sua seleção, logo no início de sua carreira internacional. Qual foi esse momento? R: Gudjohnsen substituiu seu próprio pai, Arnor, na seleção islandesa quando ainda tinha 17 anos. 2 - Reza a lenda que antes da Copa de 1998, uma federação nacional realizou um exame antidoping de surpresa em sua própria seleção. Esse exame não tinha caráter punitivo, era do tipo 'só pra alertar'. Só que na amostra recolhida de um grande jogador revelou traços de: cocaína, maconha e até de êxtase. Quem era o doidão? R: Dizem as más línguas que Veron, da favorita Argentina, foi pego nesse exame surpresa. Apesar desse flagra, a 'Brujita' atuou muito bem naquele mundial. Novas: 1 - Este atacante quando surgiu, recebeu o apelido de Homem-Nuclear, epíteto que foi logo rechaçado pelo próprio, que o considerava de extremo mau gosto. Quem recebeu este apelido e por que razão não gostou? 2 - Na final intercontinental entre Vasco e Real Madrid disputada em 1998, o então treinador cruzmaltino Antônio Lopes cometeu um equívoco tático grave que acabou comprometendo sua equipe principalmente no primeiro tempo. Qual foi esse erro?
Escrito por Michel Costa às 13h48
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O bom goleiro.
Hoje comento sobre Rogério Ceni. Um líder, um exímio cobrador de faltas, um lançador de primeira... e um goleiro comum debaixo da meta. Isso mesmo, como arqueiro, Rogério deixa a desejar. Para mim, o goleiro tem que resolver ali, no seu espaço. Buffon é o melhor exemplo. Não dribla, não faz lançamentos ousados, nem cobra infrações. Mas resolve, e como resolve. Suas qualidades são o reflexo, a elasticidade, o bom posicionamento e a simplicidade de fazer apenas o que pede a jogada. Isso é um bom goleiro. No caso deste italiano, excelente. No Brasil, como eu disse uma vez, jogador bom é o que faz gol. Se é o goleiro que marca então, se torna o melhor do mundo. Cheguei a ouvir de um apresentador sensacionalista que Ceni era o melhor de todos os tempos. Não é nem o melhor brasileiro da atualidade. Faz 'golpes de vista' estranhos, dá muitos rebotes nos chutes adversários e falha com uma constância irritante. Para confirmar o que digo, basta fazer um execício de imaginação. Esqueça os gols que ele marca, imagine que eles foram de autoria de Danilo por exemplo, o que sobra é um guarda-redes que falha bastante e é nesse ponto que acho que um goleiro tem que possuir altas valências, onde sua posição exige. O resto, deixa que a turma do oba-oba trata de exaltar.
 Rogério Ceni no São Paulo: Rei.
Escrito por Michel Costa às 13h45
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Como escalar os melhores.
O novo dilema da Seleção Brasileira é escalar ou não, Kaká, Ronaldinho e Robinho juntos. A dúvida é, se essa hipótese é viável taticamente. Dunga acha que não e concluiu que Ronaldinho e Robinho ocupam a mesma posição no gramado. Um raciocínio para mim, estreito e até certo ponto preocupante. O Barcelona, não por acaso uma das melhores equipes do mundo, joga com Deco, Ronaldinho, Messi e Eto'o, de onde podemos deduzir que é possível uma seleção com Kaká, Ronaldinho, Robinho e Fred (centroavante está difícil), já que os três primeiros são jogadores de alta movimentação, o que não gera problemas de posicionamento, ao contrário, soluciona. Além disso, não considero uma alternativa tão ousada assim. Na semana passada, o apresentador do 'Arena Sportv' Cléber Machado, questionou se era possível escalar os três ao mesmo tempo. Milton Leite, Marco Antônio e Paulo César Vasconcelos acharam que sim, mas como a opinião deles para mim não conta nada, visto que eles entendem tanto de futebol como eu entendo de turbina de avião, esperei a vez do mestre Claudio Carsughi, o único comentarista decente do canal. Para minha quase surpresa, o italiano foi categórico ao dizer que não era possível e que poderia dar espetáculo e tal; porém quando enfrentasse uma equipe bem organizada (ele não disse, mas poderia ter citado a campeã Itália como exemplo) perderia por 1X0 num contra-ataque. Discordo deste senhor. Uma equipe com o Elano, que é o preferido do momento, também sofreria contra-ataques e também poderia perder por este placar. Agora, uma equipe mais leve e criativa levaria gols, óbvio, só que teria mais condições de assinalá-los. Tudo é uma questão de se equilibrar taticamente o time, o que acho perfeitamente possível nesta atual seleção. O Brasil só é o melhor, justamente quando impõe seu estilo técnico aos adversários, que não tem resposta para isso. Se tentarmos nos nivelar a um jogo mais físico (estilo de Dunga quando jogava) sairemos de nossa principal característica, a ofensividade, e se isso acontecer, o hexa em 2010 ficará mais distante.
Escrito por Michel Costa às 13h41
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