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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


Lembra dessa?! 2


Nesta semana atrasei um pouco a atualização deste blog.
Resolvi continuar com o 'Lembra dessa?'. Se você também tiver um caso estranho, engraçado e que foi pouco noticiado, comente...

A cueca do Ajax!

Antes da ESPN-Brasil acertar na mosca com a dupla Paulo Andrade/Alex Tseng no comando do Futebol no Mundo, o programa passou por muitas transformações e uma delas realmente não funcionou. Sob o comando do ótimo João Palomino e comentários do expert em futebol europeu Rodrigo Bueno, acabou não emplacando. Um dia, durante o quadro 'Baú do Rodrigo' ou algo parecido, o intrépido comentarista sacou uma cueca do Ajax que ele havia comprado na Holanda. Bueno mostrou a peça com o escudo do clube de Amsterdã como se fosse um troféu e Palomino que achou o objeto ridículo caiu na risada. Mesmo percebendo o desconcerto do amigo, o apresentador não teve como conter o riso. Sei que logo a dupla se desfez. Se a peça íntima foi a razão principal eu não sei.


Eu já sabia!

Quando o atacante Adriano começou a fazer sucesso tanto na Europa, quanto na Seleção, muitos tentaram se proclamar descobridores do Imperador. Um deles foi o Zagallo. Mas na verdade, o velho lobo nunca lhe deu valor. Pelo contrário, aproveitava-o muito pouco. Quando comandava o Flamengo, nunca deu muita bola para o cara, a ponto de numa partida contra a Ponte Preta, em Juiz de Fora, pela primeira rodada do Brasileirão 2001, jogo 0X0, com Edílson e Reinaldo não jogando nada (eu estava lá!), não fazer nenhuma alteração mesmo tendo o futuro ídolo interista no banco de reservas. Isso é que é gostar de faturar nas costas dos outros.


Adriano X Costacurta.

Logo que chegou à Fiorentina, emprestado pela Inter, Adriano surpreendeu a todos. Numa partida contra o Milan, foi logo mostrando seu cartão de visitas. Recebeu uma bola dentro da área e protegeu usando o corpanzil. O veterano Costacurta veio com tudo para o tranco, que supostamente lhe roubaria a bola. Resultado: o zagueiro pareceu bater num muro e se espatifou no gramado. Gol do futuro camisa 10 nerazzurro, que mostrava ali um pouco do que é capaz. Bem, isso foi antes de descobrir a massa italiana...


Bekamps?!

A TV Cultura transmitiu a Uefa Champions League 1998/99 a acabou rolando um lance muito engraçado. O técnico uruguaio Dario Pereyra comentava a partida ao lado do narrador Carlos Fernando e do comentarista Flávio Prado, quando notei que o ex-zagueiro se referia ao Beckham como Bekamps, parecia uma mistura de Beckham com Bergkamp. Flávio Prado para não corrigir o convidado, também passou a chamá-lo de Bekamps, provavelmente sendo educado. Acho que educação demais, às vezes atrapalha...


É só uma questão de acreditar.

Ao conquistar a Tríplice Coroa na temporada 98/99, o Manchester United provou ser a melhor equipe do mundo naquela temporada. Quem acompanhou a saga dos Diabos Vermelhos na Champions League daquele ano via TV Cultura, teve o prazer de assistir a um clipe muito legal no qual os artistas eram os próprios jogadores. Ao som da música 'Believe' (desconheço o autor) foi show ver um cara como o zagueiro 'herculóide' Stam rindo e cantando. A produção do clipe é de primeira, com lances de gols e comemorações no Old Tradford. Tudo em preto e branco, exceto as camisas do United, onde o vermelho se destaca. No fim do clipe tem um golaço do Giggs contra o Arsenal, daqueles para sair do estádio, comprar outro ingresso e voltar. Quem viu nunca se esquece.


Besame Mucho.

Já no ocaso de sua carreira, Diego Maradona protagonizou momentos obscuros ao lado de seu parceiro fiel Claudio Caniggia. Quando ambos defendiam as cores do Boca Juniors, deixavam corados os conservadores ao comemorar os gols do cabeludo com beijos do tipo 'desentupidor de pia'. A comemoração de gosto pra lá de duvidoso, encabulou até a esposa do atacante que a considerou humilhante para ambas famílias. Ainda bem que a moda não pegou, embora outras coisas bizarras tenham aparecido, tipo o caso de jogar usando a calcinha da mulher...


Buffon 88.

Antes de se tornar o melhor arqueiro do mundo, Gianluigi Buffon, ainda no Parma, provocou bastante polêmica na comunidade judaica italiana depois que resolveu entrar em campo durante o Campeonato Italiano com o número 88. Este mesmo número era utilizado na Alemanha para saudar o seu principal líder nazista. O 88 representava: 'Heil Hitler'. Perguntado sobre o nefasto número, o italiano negou a conotação nazista de sua escolha, mas sua explicação foi tão ridícula quanto: "Dizem que para vencer no Calcio tem que ter duas bolas, o número 88 tem quatro!". Depois dessa, acho que até os judeus prefiriram a outra versão...


Vieira no 'Túnel do Tempo'?

Você provavelmente não se lembra, mas o volante Patrick Vieira já havia vestido o uniforme da Juventus muito antes de se transferir para lá. Foi no programa Uefa Champions League Weekly, na ESPN, para promover um futuro confronto entre o seu time, o Arsenal, e a esquadra de Turim. A brincadeira de mau gosto resultou num belo sabão por parte da diretoria dos 'gunners'. Mal sabiam que três temporadas depois, o francês vestiria o uniforme alvinegro de verdade.

Escrito por Michel Costa às 10h06
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Lembra dessa?!


Sabe aquele lance ou momento, que ninguém deu bola, mas que você, por um motivo ou outro, nunca se esqueceu?
A seguir destaco uma série de lances curiosos e/ou engraçados que ninguém ou quase ninguém se lembra.

Tá doendo?!

Numa partida do Corinthians no início da década de noventa, um jogador, para mim desconhecido, de nome Márcio, sofreu uma séria contusão e quando ia sendo carregado de maca para fora do gramado, um intrépido repórter chegou próximo ao combalido atleta e perguntou candidamente:
- Tá doendo, Márcio?
O jogador que ainda se contorcia, juntou suas forças e respondeu:
- Aaai!
Nunca mais vi o cara, só que, quando surgiu o treinador Márcio Bittencourt, fiquei pensando se seria ele o contundido. Quem souber quem era aquele Márcio, comente por favor.

Meu nome não é Ronaldão!

Quando foi convocado às pressas para defender o Brasil na Copa de 94 em substituição ao contundido Ricardo Gomes, o então zagueiro Ronaldo foi surpreendido ao receber sua camisa com o apelido "Ronaldão" . Não gostou. Disse que o Raí era maior do que ele e não era chamado de "Raí-zão". Só que a seleção já tinha um Ronaldo (atual fenômeno) e acabou ficando Ronaldão mesmo.

Seria o Eurico?!

Ainda durante a Copa de 94, uma cena retratada na excelente película "Todos os corações do mundo" é no mínimo curiosa. Trata-se do momento em que, antes de entrar em campo, Brasil e Itália se perfilam e o Baggio fica olhando para o Romário. Bom, isso todo mundo que assistiu viu. Mas, quem era o sujeito que conversava ao pé do ouvido com o craque brasileiro? Para mim, era o Eurico Miranda, que dispensa apresentações. Quem tiver o filme em casa ou resolva alugar, pode conferir a cena e comentar aqui.


Tarde demais.

Ainda nos primeiros meses após seu retorno para defender o Flamengo, o baixinho Romário se notabilizou mais pelas noitadas do que pelas atuações em campo. Numa entrevista ao Jô Soares, ainda no SBT, uma pergunta se destacou:
- Romário, aquela história sobre você e uma loura no motel, é verdade?
Perguntou o apresentador.
- Qual motel?
Ao perceber o equívoco, o atacante apressou-se:
- Ou melhor, qual história?
Tentando corrigir.
Mas já era tarde. As gargalhadas de Jô e da platéia ecoaram por uns dois minutos...


O goleiro intocável.

Quando defendia a meta do Fluminense, o goleiro Zetti reclamou muito ao sofrer um gol do Flamengo no qual, segundo o próprio, deveria ter sido anulado por falta. No citado lance, o arqueiro tricolor perdeu uma dividida com um atacante rubro-negro dentro da pequena área, onde alegava ser o goleiro intocável. Claro que não é e foi muito criticado pela imprensa por esse suposto desconhecimento da regra. Na época, fiquei pensando se um profissional experiente como ele não saberia disso.
2006. Foi realizado em São Paulo um encontro nacional de ex-goleiros. Zetti estava lá e numa entrevista à ESPN-Brasil comentou sobre as lendas que existem sobre a posição. Aí veio a surpresa. Ele afirmou que o goleiro não é intocável na pequena área. Então ele sabia. Ou será que aprendeu naquele episódio?

O Animal.

Edmundo sempre foi um enigma para mim. Tinha tudo para ser um dos grandes do futebol contemporâneo, mas parecia não se importar com isso. Na temporada 97/98 defendeu a Fiorentina, atuando ao lado de Rui Costa e Batistuta, formando um poderoso tridente ofensivo que conduziu a equipe ao título (simbólico) de campeão de inverno na Itália. Iniciando o segundo turno, ainda na liderança, sofreram a baixa do argentino, contusão que obrigou a escalação do meia-boca brasileiro/belga Oliveira ao lado de Edmundo. Então aconteceu. O Animal tinha em contrato, uma cláusula que o liberaria para desfilar na Sapucaí. Mas como?! Ele abandonaria sua equipe na hora mais importante para pular carnaval?! Foi o que aconteceu. Ele perdeu uma ou duas rodadas e seu time perdeu a liderança e consequentemente o campeonato. Logo depois foi 'recomprado' pelo Vasco, até porque não tinha muito clima na Velha Bota. Para ele, o apelido Animal caiu mesmo como uma luva.



Batigol.

Naquela época, Gabriel Batistuta era um dos maiores jogadores do mundo e conduziu a Fiorentina num período bastante vitorioso. Após uma boa campanha na Série A, veio a disputa da Uefa Champions League. No mesmo grupo da equipe italiana, havia um renovado Arsenal e também o Barça de Rivaldo, a maior força da chave.
Numa partida histórica em Highbury, jogo travado, o meia alemão Heinrich fez boa jogada e tocou para o argentino livre na área. Só que havia um problema, o eterno goleiro David Seaman fechou o ângulo para o chute, deixando como melhor opção um passe para o meio da área. Mas ninguém ganha o apelido de Batigol impunimente. Chutou dali mesmo, sem ângulo, a bola passou entre o guarda-redes e o travessão, morrendo no fundo das redes. Golaço, 0X1 que valeu a passagem para a segunda fase...

Batigol again.

Após essa dramática partida, a Fiorentina pegou pela frente um aniquilador Manchester United. E ficou pelo caminho. Só que não antes de Batistuta deixar sua marca pela última vez no torneio. Lance no meio campo, Batigol se livra da marcação e de muito longe solta a bomba. O tiro descreve uma curva absurda que engana o goleiro inglês e entra no meio do gol. Outro golaço e ainda mais impressionante. Aquela era mesmo uma fase dourada do artilheiro, que pouco depois se transferiria para a Roma em busca de títulos. A 'Viola' nunca mais foi a mesma...

Bom, como você pôde perceber, histórias é que não faltam. Na semana que vem, conto outras. Se você souber alguma, comente.

Escrito por Michel Costa às 10h02
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