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BRASIL, Sudeste, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, Italian, Esportes, Cinema e vídeo, Quadrinhos
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O que é a FBWE?
A Federação Barrosense de Winning Eleven, ou simplesmente FBWE, nasceu em 2002, fruto da imaginação de alguns malucos pelo game de futebol Winning Eleven, moradores da cidade de Barroso/MG. De um jogo relativamente simples criamos uma espécie de universo de futebol virtual. Cada participante é dono de um grande clube europeu (Milan, Real Madrid, Inter, Manchester United, Roma, Juventus e Arsenal) e os campeonatos são verdadeiros eventos. Contratamos jogadores uns dos outros, apostamos em revelações do futebol mundial e em nomes mais conhecidos que atuam em outras equipes. O dinheiro arrecadado é utilizado para compra de troféus, medalhas, cabos, joysticks, memory cards etc. Os critérios gerais são os seguintes: 1) Somos donos daqueles jogadores virtuais que atuam em nossos times no cd original. São 22 em cada time. 2) Todos os outros jogadores, fora estes anteriormente citados, estão à disposição para contratação mediante pagamento. 3) A partir da criação da FBWE, se algum jogador do ítem 2 for contratado por seu time na 'vida real', basta o pagamento de R$ 2,00 e ele estará automaticamente incorporado a seu elenco, ocupando a vaga de algum dos 22 originais. 4) A reforma (melhora nos 'stats') de um jogador original também ocorre mediante pagamento de R$ 2,00. 5) Todos os outros jogadores ficam numa 'galeria' onde seus preços são fixados de acordo com sua capacidade ('stats'). 6) Seus preços variam entre R$ 2,00 e R$ 50,00. O que não impede de serem menores ou maiores. 7) As jovens promessas (jogadores que ainda não temos muito conhecimento) tem seu preço fixado em R$ 3,00. 8) Todos os 'stats' e preços são combinados entre os participantes. A média final entre as opiniões dão resultado ao jogador da galeria. 9) Nas negociações (troca,venda e empréstimo) entre os participantes, o dinheiro arrecadado não vai para o caixa, ficando entre os negociadores. 10) Cada participante pode usar no máximo 7 contratados de cada vez. Porém, não existe limite para essas contratações que podem ser arquivadas até sua utilização. Eu não disse que era coisa de maluco?
Escrito por Michel Costa às 09h24
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Lances Inesquecíveis.
O gol de Kaká pelo Brasil no amistoso contra a Argentina em Londres, no Emirates Stadium, provavelmente irá para a galeria de lances históricos do futebol. Mesmo sendo numa partida amistosa (embora muita gente ache que isso não existe quando essas duas potências se encontram), o gol não perde em nada o seu brilhantismo. Impossível não admirar um feito desses no futebol atual, onde os espaços estão cada vez menores e a marcação cada vez mais cerrada. Após a partida, comecei a me lembrar de outros lances tão ou mais prodigiosos quanto esse. Obviamente, em alguns eu nem era nascido, em outros, devo ter gritado como um louco assustando algum vizinho. Sendo "cronologicamente correto", cito as obras-primas: - 1958. O gol do Rei Pelé contra o País de Gales. Nasce uma lenda. - 1958. De novo Pelé, na final Brasil X Suécia no mesmo torneio. - 1966. O gol que não foi gol na final Inglaterra X Alemanha. Os germânicos com certeza não esquecem. - 1970. O lençol de Jairzinho contra a Tchecoslováquia, uma pintura. - 1970. A magistral defesa de Gordon Banks na cabeçada do Rei. Considerada a maior defesa de todos os tempos. - 1970. O quase-gol-de-placa de Pelé (ele de novo!) driblando o goleiro uruguaio Mazurkiewicz. - 1970. A emblemática jogada do quarto gol brasileiro da final contra os italianos. Futebol-arte em estado puro. - 1974. O pênalti convertido pela Holanda na final. Os alemães sofreram um gol sem sequer tocar na bola. - 1978. O gol de Nelinho contra a Itália (disputa do terceiro lugar). Inacreditável. O segundo gol mais bonito das Copas. - 1982. O foguete de Éder contra a URSS. - 1986. O segundo de Maradona contra Inglaterra. Obra de arte é pouco para definir o maior lance da história das Copas. - 1988. Van Basten destroí a U.R.S.S. numa partida da Eurocopa. Um chute inexplicável. - 1990. Roberto Baggio se apresenta ao mundo num gol que entrou para a história. - 1993. Romário classifica o Brasil para a Copa de 94, numa das maiores exibições de um jogador com a 'Amarelinha'. - 1994. Savicevic marca na goleada (4 X 0) sobre o Barça na final da UCL 93/94. Golaço quase sem ângulo. - 1994. Hagi contra a Colômbia. Difícil acreditar que ele tenha enxergado o goleiro adiantado. - 1994. A falta cobrada por Branco no 3 X 2 Holanda. Sai da frente Romário!! - 1996. Ronaldo marca um gol antalógico pelo Barcelona driblando meio time do Compostela. - 1998. Bergkamp contra a Argentina. Até hoje comemoro aquele lance. - 1999. A virada do M. United sobre o Bayern já nos descontos. A cara do Matthaus... - 2001. Cafú ainda na Roma, aplica três lençóis em Nedved no clássico da Cidade Eterna. Lance também eterno. - 2002. O voleio de Zidane contra o Bayer Leverkusen. Gol de gênio. - 2003. Bergkamp faz a zaga juventina de idiota na vitória do Arsenal ainda na fase de grupos da UCL 02/03. - 2004. Ibrahimovic marca um gol atordoante. Foi seu último com a camisa do Ajax., pois a Juve não exitou em levá-lo. - 2005. Ronaldinho samba diante de uma quase inexpugnável zaga do Chelsea e marca. Gol de melhor do mundo. Sei que deixei de citar alguns lances e provavelmente alguns momentos históricos ficaram para trás. Se você se lembrar de algum, comente...
Escrito por Michel Costa às 09h22
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O contra-ataque é uma opção tática legítima.
Os saudosistas de plantão habitualmente manifestam uma indisfarçável implicância com as equipes de se posicionam na defesa à espera de um espaço oferecido pelo adversário. Dizem que é anti-futebol, covardia e algumas outras besteiras. Pense bem, a Grécia campeã da Euro-2004 teria alguma chance se jogasse ofensivamente? Provavelmente não. Agora, os gregos deveriam se privar dessa possibilidade em nome da vontade alheia? Óbvio que não. O contra-ataque é uma opção tática legítima e jogar ou não dessa forma, fica a critério de quem comanda a equipe. Cabe a quem está atacando, a obrigação de buscar o gol, resguardando sua defesa. Se o adversário conseguir seu intuito de fechar os espaços, mérito para ele. Não podemos ficar sonhando com jogos de oito ou mais gols, pois nenhum treinador atual, em sã consciência, vai expor seu time sem necessidade. Aqueles jogos escancarados do passado repousam para sempre em algum lugar. Queiram ou não.
Escrito por Michel Costa às 09h18
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Adeus driblador.
No Brasil, driblar chega a ser tão ou mais importante quanto anotar um gol. Grandes dribles entram para a história do futebol, assim como os gols importantes. Quando me recordo de lances do Pelé, automaticamente me vem a mente o gol contra a Suécia na final de 58 e o drible no arqueiro uruguaio na semi-final da Copa de 70. O gol foi importantíssimo, o drible, que não deu em nada, tem a mesma relevância em minha mente. Futebol-arte em estado puro. Garrincha não teria todo seu valor se não fosse sua vocação inata para 'entortar o joão', era delírio de quem assistia. Assim era meu amigo Dirceu. Não, ele não era um jogador profissional, ou seja, não havia nenhum impedimento moral para seus dribles por mais estapafúrdios que fossem, mesmo que ele perdesse o gol na seqüência, num chute sem direção. Estranho, quando eu jogava bola, embora soubesse driblar, só o fazia quando chutar ou passar não fosse o mais apropriado. Ele era o contrário, só passava ou chutava quando não dava para fintar alguém. Mesmo quando jogávamos vídeogame, seu estilo era o mesmo. O gol mais bonito de um campeonato que organizamos, foi dele para variar; com o Henry ele driblou o Hierro, o Casillas e quando o gol ficou vazio, ele esperou o Hierro se recuperar só para driblá-lo de novo. O gol saiu, mas para ele nem era o mais importante, porque driblar estava na sua alma. Antes de vencer. Antes de tudo. Adeus meu camarada...
Escrito por Michel Costa às 09h14
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