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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


Ano Novo, Blog Novo.

 

É tempo de mudanças. Após mais de quatro anos neste endereço, o “Além das Quatro Linhas” está deixando a plataforma da UOL. A decisão de mudar estava amadurecendo há algum tempo e a pouca inovação proposta pelo portal foi decisiva na escolha.

No mais, gostaria de agradecer os quase 190 mil pageviews, os inúmeros comentários dos fiéis leitores e deixar o meu convite para que conheçam minha nova “casa”:

http://alem4linhas.blogspot.com/

Espero por vocês!



Escrito por Michel Costa às 09h20
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Question – Premiação.

Finalmente. Após mais de 20 dias, o serviço de entregas das Lojas Americanas cumpriu sua obrigação e fez com que o livro escolhido pelo campeão Yuri Barros chegasse a sua residência.

De acordo com o regulamento do “Question”, o vencedor deveria escolher um livro (sobre o tema futebol) a partir de uma lista pré-determinada ou indicar outra obra de sua preferência. Seguindo a segunda opção, Yuri escolheu “Vencer ou Morrer: Futebol, Geopolítica e Identidade Nacional” de Gilberto Agostino e que trata das relações entre Estado e futebol e discute o esporte como formador da consolidação das ideias sobre nacionalidade.

  

Ainda não tive o prazer de ler a citada obra, mas aguardo o parecer de Yuri para, quem sabe, incluí-la em minha biblioteca futebolística.

Na oportunidade, informo aos leitores que a série de desafios estará de volta em breve. Fiquem atentos!



Escrito por Michel Costa às 16h18
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Estranhas Seleções.

Sempre após as competições, surgem as famosas seleções do campeonato. Normalmente, esses selecionados geram discussões acaloradas, onde um ou mais jogadores invariavelmente são injustiçados.
Como bom louco por futebol, costumo escalar mentalmente as mais diversas e estranhas seleções. Da melhor à pior. Aliás, esse é um bom passa-tempo para esperar o sono chegar.

Algumas delas faço questão de divulgar. Talvez rendam um bom debate ou boas risadas...

Bandeiras.

Uma das maiores críticas que o chamado futebol moderno sofre está na falta de grandes ídolos nos clubes. É cada vez mais raro encontrarmos jogadores que criam raízes numa agremiação e não se movem para outro lugar diante de qualquer vantagem financeira.

Felizmente, ainda existem representantes dessa classe em extinção. São verdadeiras “bandeiras” dos clubes, levando a campo o sentimento do torcedor como autênticos símbolos de uma paixão que nunca morre. No máximo, penduram as chuteiras...

Rogério Ceni – Atleta do São Paulo desde 1990, Rogério talvez seja o maior ídolo da história do tricolor paulista. Líder dentro e fora de campo, o goleiro tem como marca registrada a técnica incomum para a posição e o talento nas cobranças de falta;  

Jamie Carragher – Certa vez, quando perguntado se não gostaria de deixar o Liverpool para defender um clube maior, respondeu: “Quem é maior do que o Liverpool?” Por essas e outras, o zagueiro é para muitos o maior ídolo atual do clube de Merseyside;

John Terry – Oriundo das categorias de base do Chelsea (com passagem pela sempre promissora base do West Ham), Terry é um dos poucos remanescentes da Era pré-Abramovic. Um dos zagueiros mais sólidos da atualidade, sucedeu o francês Desailly como capitão dos Blues.   

Carles Puyol – Estreou no Barcelona B em 1997 e logo chamou a atenção do time principal, ganhando sua primeira chance com o técnico Louis Van Gaal. Dotado de fôlego e disposição incomuns, rapidamente caiu nas graças da fanática torcida blaugrana. Capitão e titular da zaga, recentemente, ultrapassou a marca de 500 jogos com a camisa do Barça;

Javier Zanetti – Após defender o Club Atlético Talleres e o Banfield em sua terra natal, o argentino Zanetti foi contratado pela Inter em 1995 de onde não saiu mais. Capitão desde a saída de Ronaldo, recentemente tornou-se o jogador mais velho (37 anos e 7 dias) a anotar um gol na Liga dos Campeões;

Daniele De Rossi“Não me imagino com outra camisa”. Com essas palavras, o volante De Rossi deixa claro que significa defender a Roma para ele. Chamado de “Capitão Futuro” é o legítimo herdeiro da braçadeira que hoje pertence a Francesco Totti;   

Paul Scholes – Em Old Trafford desde 1992, Scholes é mais um integrante da geração que conquistou tudo pelo Manchester United na década passada. Meio-campista técnico e combativo, notabiliza-se pelos incríveis lançamentos que realiza desde sua própria intermediária;

Steven Gerrard – Maior nome do Liverpool na atualidade, “Stevie G” é, ao mesmo tempo, ídolo e craque. Autêntico volante box-to-box, tem como marca registrada os potentes chutes da entrada da área;  

Ryan Giggs – Quando Alex Ferguson o viu aos 13 anos atuando pelo Manchester City, não teve dúvidas: Tratou pessoalmente de convencer a jovem promessa a deixar o rival e se transferir para os Red Devils. Ponteiro canhoto, notabilizou-se pela velocidade e habilidade. Atualmente, é o jogador com o maior número de títulos (32) e partidas (852) com a camisa do United; 

Alessandro Del Piero – Considerado por muitos o maior jogador da Juventus em todos os tempos, o camisa 10 bianconero é também o recordista de aparições (657), gols (279) e gols na Serie A (180). Como se isso não bastasse, permaneceu no clube de Turim quando este desceu à segunda divisão, onde foi decisivo ao anotar mais 20 gols;  

Francesco Totti – Talvez nenhum dos jogadores listados acima signifique tanto para seu clube como Totti para os Giallorossi. Quando criança, recusou um convite do Milan porque em seu coração só havia uma esquadra. Atualmente é artilheiro, capitão, ídolo ou, resumindo, dono da Roma;  

Técnico: Sir Alex Ferguson – No banco do Manchester United desde 1986, Ferguson acaba de ultrapassar o recorde de longevidade no clube que pertencia ao mítico Matt Busby. E há 8820 dias em Old Trafford, Fergie ainda não marcou sua aposentadoria. O comando desta seleção não poderia estar em melhores mãos.

A seguir, a célebre frase de Carragher sobre o Liverpool...

Esqueci de alguém? Viu alguma injustiça? Comente!



Escrito por Michel Costa às 13h15
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Leonardo é aposta.

A Internazionale confirmou na tarde de ontem que Leonardo foi o escolhido para suceder Rafa Benítez no comando técnico do clube. A princípio, o acordo entre o brasileiro e a Inter está firmado até 30 de junho de 2012, mas há a opção de ser prolongado por mais um ano.     

Particularmente, sempre considerei Leonardo muito acima da média dos ex-jogadores brasileiros. Articulado, carismático e fluente em vários idiomas, assim que pendurou as chuteiras deixou evidente a intenção de estudar e se aperfeiçoar. Em suas declarações, era fácil notar que ali havia um sujeito talhado para ser um dirigente esportivo realmente profissional e consciente de seu papel.

Todavia, não era possível observar muitos traços de que suas funções estariam ligadas ao banco de reservas. O curso concluído às pressas em Coverciano habilitou-o apenas como técnico de segunda categoria, mas o fato de já ter disputado uma Copa do Mundo concedeu-lhe uma permissão especial que, primeiramente, usou para poder comandar o Milan na temporada 2009/2010.

No comando do Milan, obteve 23 vitórias, 13 empates e 12 derrotas, um fraco desempenho que gerou rusgas com o mandatário dos Rossoneri, Silvio Berlusconi, responsável direto por sua indicação ao posto de treinador.

Preterindo nomes mais experientes à disposição no mercado como Frank Rijkaard e Walter Zenga, o presidente interista, Massimo Moratti, decidiu apostar em Leonardo, de quem é admirador confesso. Mas se por um lado o elenco nerazzurri dá mais opções do que aquele Milan fornecia, há também a pressão para que o time se recupere da incômoda sétima posição (com dois jogos a menos) na tábua de classificação. A chegada de alguns reforços (especula-se até mesmo Kaká) na próxima janela de transferências pode facilitar a vida do novo técnico. Porém, se essa aposta é mesmo a melhor escolha, só o tempo dirá.

Apesar da rivalidade com o Milan, Moratti sempre se deu bem com Leonardo.



Escrito por Michel Costa às 10h22
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A4L Tube.

Só a Premier League salva.

O Boxing Day é muito bem definido pelo ex-atacante Gary Lineker como um período para poder sair de casa para ver um bom jogo, beber com os amigos e ainda fugir de festas e parentes chatos. Pode parecer exagero, mas a verdade é que na Inglaterra a bola não para neste fim de ano e não há monotonia que resista ao futebol alucinante da Premier League.

Para entrar logo no clima, veja a Match Day Intro da Premiership 2010/2011 e conheça abaixo a música “Fire” da banda Kasabian que deu origem à versão editada especialmente para a liga inglesa.   

Na oportunidade, gostaria de desejar a todos um Feliz Natal e lembrar que se aquela tia chata aparecer por aí ainda há o consolo de correr para a TV...

Descobriu algum vídeo interessante ou engraçado cujo tema é futebol? Mande-o para meu e-mail: a4l@bol.com.br, colocando no assunto “A4LTube”. Ele poderá ser publicado aqui!



Escrito por Michel Costa às 11h38
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